Aliando inovação à tradição, Hospital Santa Izabel mostra que o futuro da medicina já chegou

Fundado em 1959, o Hospital Santa Izabel, em Salvador – BA, acaba de dar um grande salto na história da assistência médica-hospitalar do estado: a realização da primeira cirurgia com o Robô Da Vinci, considerado o mais moderno do mundo quando o assunto é saúde.

Esse salto tecnológico em robótica faz parte de uma série de investimentos do HSI. Segundo o provedor da Santa Casa da Bahia, Roberto Sá Menezes, além desse marco para o desenvolvimento científico e tecnológico do estado, também foram ampliados os investimentos para requalificar e expandir instalações físicas, fortalecer serviços estratégicos, adotar novas tecnologias, capacitar profissionais e incrementar a produtividade. “Nosso objetivo é promover segurança para pacientes e precisão para nossos médicos e cirurgiões, sempre priorizando que a estadia de ambos no HSI seja a mais confortável, empática e eficaz possível”, explicou.

Este processo ganhou novo impulso agora com o avanço de obras como as que vem sendo executadas em ritmo intenso para reforma e ampliação do Pronto Atendimento Adulto e dos serviços de Otorrinolaringologia e Gastroclínica.

A implantação de um moderno sistema de combate a incêndio, requalificação e ampliação da infraestrutura de energia elétrica, reforma da Bioimagem, melhoria e ampliação da Central de Água Gelada (CAG) e reforma e ampliação de leitos estratégicos integram esse projeto de reestruturação, considerado um dos mais abrangentes e significativos da trajetória do hospital.

“Mesmo com o hospital em pleno funcionamento, é uma satisfação poder comunicar que não tivemos nenhum acidente de trabalho durante a execução das obras”, comemora Roberto Sá Menezes. Esse bom desempenho decorre de um trabalho planejado e articulado das diversas áreas ligadas diretamente à assistência e da Gerência de Engenharia da Santa Casa e suas equipes operacionais, que não vem medindo esforços para uma logística customizada.

A adequação e isolamento de áreas necessárias, manutenção de rigorosa limpeza das áreas de trabalho, intensa sinalização com placas, cartazes, banners, murais, mensagens eletrônicas e panfletos, vem possibilitando que o fluxo operacional do hospital continue funcionando com o mínimo de obstruções e o menor nível de ruído possível.

Outro ponto importante que tem contribuído muito foi a elaboração de um cuidadoso planejamento de execução de obras, no qual foram criados acessos e fluxos paralelos e independentes para abastecimento, transporte e entrada e saída de colaboradores.

Sobre a importância da arquitetura e de proporcionar o melhor ambiente para os usuários, Sá Menezes ressalta que todas as intervenções visam tornar os ambientes mais leves, mais alegres e acolhedores. “Isso reflete, reitera e amplia a qualidade do atendimento, traduzindo em acolhimento, segurança e qualidade a estadia do paciente e de seus acompanhantes, bem como torna os colaboradores mais satisfeitos e capazes de desenvolver melhor o trabalho, completando o ciclo de atender a nossa clientela da melhor forma possível, sob todos aspectos.”

Prescrevendo o futuro

O comprometimento com a tecnologia sempre foi um dos grandes pilares de crescimento do Santa Izabel. O provedor explica que o Hospital está cada vez mais perto de ser o primeiro da Bahia a obter a certificação digital nível 7, concedida pela Healthcare Information and Management Systems Society (HIMSS) Analytics, que avalia a transformação da área de saúde através do uso da tecnologia e da informação.

Para tanto, uma das iniciativas mais relevantes nesse caminho já saiu do papel: a implantação de um processo digital de checagem “beira leito”, em toda a área assistencial do hospital, o que permite a conferência do prontuário de cada paciente de forma unificada e digital.

Além disso, a Instituição inaugurou recentemente, os serviços de Videoendoscopia e o de Otorrinolaringologia, que conta com equipamentos de última geração, nos quais permite a realização de 54 exames de endoscopia digestiva por dia.

Esta matéria foi originalmente publicada na 30º edição da revista HealthARQ.

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