Compreendendo o Trabalho em Equipe na Saúde
Compreendendo o Trabalho em Equipe na Saúde

 

Gordon Mosser e James W. Begun, da University of Minnesota Medical School, descrevem em Compreendendo o trabalho em equipe na saúde como trabalhar competentemente em e com equipes, em especial as interprofissionais.

Norteando profissionais de diferentes áreas da saúde, a obra descreve os diferentes tipos de equipes na saúde, seu funcionamento e as competências necessárias aos seus membros e líderes. Completam informações sobre treinamento, avaliação, tomada de decisão, processos de melhorias e administração de conflitos nas equipes. Confira um trecho da obra.

Aprestação de cuidados de saúde tornar-se cada vez mais especializada à medida que o conhecimento avança. Há décadas, nos Estados Unidos, os médicos eram, em sua maioria, clínicos gerais. Em 1940, 76% deles eram generalistas. Em 1955, a proporção caiu para 56%; em 1969, ela chegou a 31%.

Em 2007, apenas 13,5% dos médicos eram generalistas e 34,3% atuavam em todos os campos da atenção primária integrada: medicina de família, clínica geral, medicina interna e pediatria (American Association of Medical Colleges, 2008). Desde então, a Associação Médica Americana classificou 33 especialidades médicas, além dos campos de atenção primária.

A medicina tornou-se altamente especializada. Desenvolvimentos similares ocorreram na enfermagem. A enfermagem já tem, nos Estados Unidos, enfermeiros registrados, enfermeiros práticos licenciados, enfermeiros clínicos especialistas em diferentes campos, enfermeiros clínicos e doutores em enfermagem clínica.

A farmácia estabeleceu especialidades em farmácia nuclear, farmacoterapia, farmácia oncológica e outros campos. Os assistentes sociais e fisioterapeutas também são especializados. Assim, o atendimento aos pacientes é proporcionado por várias pessoas exercendo distintas profissões. Esta fragmentação requer um trabalho em equipe bem articulado, de modo a garantir a eficácia da atividade conjunta.

A exigência de um trabalho em equipe qualificado remonta à metade da década de 1950. Contudo, por várias razões, o progresso tem sido lento. Um dos motivos é que muitos médicos, enfermeiros e outros clínicos estão impregnados com a noção de que são individualmente responsáveis pelo que acontece com seus pacientes.

Embora uma visão mais complexa e realista venha ganhando espaço, por mais de um século esses profissionais concluíram sua formação acreditando que tanto os bons resultados quanto eventuais percalços poderiam decorrer unicamente do desempenho individual. O trabalho em equipe raramente era relacionado.

Outro motivo a ser apontado é que os profissionais de cada área da saúde são preparados isoladamente. Os farmacêuticos formam-se em faculdades de farmácia, os enfermeiros, em faculdades de enfermagem, os médicos, em faculdades de medicina e assim por diante. Como eles raramente são reunidos durante a formação, acabam adotando os valores, a terminologia e as bases conceituais de suas próprias profissões, sem qualquer exposição ao processo de socialização experimentado por estudantes em outras profissões de saúde.

Tais diferenças acabam dificultando o diálogo no trabalho em equipe. A segregação durante a formação evita também que os estudantes aprendam a trabalhar em equipes interprofissionais, levando-os a atuar individualmente quando começam a exercer a profissão.

Apesar de já ser possível perceber uma mudança nesse cenário, ainda é incomum a educação interprofissional regular nos currículos de faculdades da área da saúde.

Por fim, vale mencionar que rivalidades entre profissões, especialmente entre medicina e enfermagem, têm comprometido a qualidade do trabalho em equipe. A controvérsia entre médicos e enfermeiros sobre a liderança de casas médicas (uma abordagem de atenção primária, baseada em equipe e centrada no paciente, adotada nos Estados Unidos) é um exemplo recente de tais rivalidades.

Apesar disso, a questão do trabalho em equipe não tem recebido a atenção necessária nos últimos anos. O problema é que, até o começo dos anos 2000, foram adotadas ações apenas em âmbitos restritos – por exemplo, saúde mental e pediatria do desenvolvimento.

O interesse no trabalho em equipe foi despertado quando se reconheceu que saúde de alta qualidade é alcançada não somente pela prática competente de profissionais trabalhando individualmente, mas também pela presença de sistemas – contextos, definições de tarefas, processos – que permitem e estimulam boas práticas e protegem contra percalços. Um evento-chave na construção deste reconhecimento foi a publicação de Errar é humano: construindo um sistema de saúde mais seguro (To Err is Human: Building a Safer Health System; Institute of Medicine, 2000).

A fundamentação daquela publicação tem sido preparada por Donald Berwick, Paul Batalden, Lucian Leape e outros que têm escrito e falado por mais de 10 anos sobre a importância de sistemas na determinação da qualidade de cuidados à saúde. Errar é humano foi amplamente discutido em jornais, televisão e rádio, bem como em publicações sobre saúde.

Seu impacto foi reforçado por muitos outros livros lançados pelo Instituto de Medicina nos anos seguintes. Rapidamente, profissionais de saúde estavam discutindo pelo país como os sistemas poderiam ser modificados para melhorar a segurança e a qualidade de atendimento.

E, evidentemente, as equipes de saúde são componentes importantes desses sistemas, como foi enfatizado na publicação. Quando Errar é humano foi publicado, o interesse na qualidade e eficácia do atendimento de saúde baseado em equipes aumentou consideravelmente, e desde então continua a crescer.

GRUPOS DE TRABALHO E EQUIPES DE TRABALHO

Inicialmente, é importante compreender o significado da palavra equipe. Em conversas informais, a palavra é usada para descrever uma ampla variedade de grupos de pessoas engajadas coletivamente em uma atividade ou outra.

Existem equipes esportivas, equipes administrativas, equipes cirúrgicas e assim por diante. Em algumas organizações, cada empregado é visto como um membro da equipe, de modo que esta consiste em milhares de pessoas, muitas das quais nunca se encontraram. Por exemplo, ao acionar o serviço de atendimento ao cliente de uma determinada empresa, o cliente sabe que em breve um membro da equipe lhe prestará ajuda.

Todos estes empregos da palavra equipe fazem sentido em seus contextos. Porém, para compreender o trabalho em equipe no atendimento de saúde, é apropriado definir um termo que se refira a equipes capazes de proporcionar atendimento conjunto de saúde e tomar decisões em organizações de saúde.

Nós chamaremos essas equipes de equipes de trabalho e, neste livro, a palavra equipe significa equipe de trabalho. É um tanto arbitrário utilizar para essas instituições a expressão equipe de trabalho em vez de grupo de trabalho. Em nome da clareza, optamos por definir grupo de trabalho como o nome de uma classe ou gênero de grupos de pessoas e considerar equipe de trabalho como o nome de uma subclasse ou espécie dentro de uma classe.

EQUIPES DE TRABALHO E ASSEMELHADOS

A definição de uma equipe de trabalho como um grupo de trabalho com essas sete características possui diversas implicações. Algumas delas podem não ser imediatamente óbvias. Um grupo de indivíduos, cada um originando um produto ou serviço que contribui para o objetivo final, não é uma equipe, a menos que os indivíduos trabalhem de maneira interdependente, ou seja, que eles ajustem seus produtos (#outputs) dependendo das ações de outros membros do grupo.

De modo similar, um grupo que aparenta ser uma equipe de liderança organizacional pode, na verdade, ser um grupo de indivíduos colaboradores. A diferença é bastante sutil. Ainda que os membros da equipe de liderança se reúnam regularmente, eles podem ficar limitados a desempenhar suas próprias funções, sem considerar as ações dos outros membros da equipe e sem qualquer ajuste para garantir que suas respectivas partes na organização trabalhem efetivamente juntas.

Uma equipe de liderança por um hospital formada por um vice-presidente para atendimento do paciente, um diretor médico, um diretor de recursos humanos e outras pessoas pode funcionar deste modo. Se assim o fizerem, eles não estarão constituindo uma equipe, mas sim algum outro tipo de grupo de trabalho.

Uma vez que uma equipe tem autoridade para executar sua tarefa, um grupo de trabalho não é uma equipe se tiver uma supervisão externa. Assim, um grupo de enfermeiras não é uma equipe se elas tiverem uma direção repetida e detalhada de um supervisor externo à unidade.

Este grupo não tem liberdade para trabalhar em conjunto de modo colaborativo, porque seus membros individualmente não têm permissão de interagir com outro para tomar decisões juntos e influir sobre ele. Alguns grupos grandes, que às vezes são identificados como equipes, não são equipes de trabalho.

Um time de futebol, por exemplo, não é uma equipe de trabalho. Seu tamanho grande e a separação de jogadores em diferentes subunidades são inconsistentes com a exigência de que uma equipe não tenha componentes operando de modo independente. Em um time de futebol, geralmente existem três subgrupos: um grupo ofensivo, um grupo defensivo e um intermediário (meio de campo). Um time de futebol é um agrupamento de três equipes, talvez mais.

Por razões semelhantes, o corpo clínico de um hospital não é uma equipe de trabalho, e o seu corpo de enfermagem igualmente não o é. Da mesma forma, os empregados de uma determinada empresa não integram uma equipe de trabalho; em toda empresa existem múltiplas equipes de trabalho.

Estas considerações são importantes porque a compreensão do desempenho de um hospital ou serviço de saúde – ou de um time de futebol ou uma loja de departamentos – requer atenção às equipes de trabalho reais na organização e aos pequenos grupos que aspiram tornar-se equipes de trabalho, mas ainda não o são. O tratamento de um agrupamento de equipes de trabalho como se fosse uma única equipe ocultará a função dos seus componentes e frustrará tentativas para melhorar o desempenho das equipes.

ESTUDO DE CASO

O “Bay Medical Group” proporciona atendimento primário a pessoas de todas as idades, em uma comunidade costeira a cerca de 160 quilômetros ao norte de São Francisco. Seu staff inclui clínicos gerais, pediatras, enfermeiros especializados e muitos outros. Não era habitual ter um psicólogo e um assistente social no grupo.

Ambos os profissionais foram acrescentados há dois anos para melhorar o atendimento prestado a adultos com problemas mentais. Antes disso, um paciente com depressão, por exemplo, seria tratado com medicação por um dos médicos ou seria encaminhado para um grupo de saúde mental próximo.

Havia quase sempre uma demora para o paciente conseguir consulta com o grupo de saúde mental. Muitas vezes, a informação transferida era incompleta, acarretando outro atraso até que o prestador de saúde mental obtivesse a informação necessária. Similarmente, a informação que retornava ao “Bay Medical Group” era com frequência incompleta ou demorada.

Agora que o grupo presta atendimento primário como uma equipe, com seu próprio serviço de atenção à saúde mental, a sequência de eventos é muito mais rápida e fácil. Um paciente com depressão grave apresentado a uma enfermeira pode ser examinado pelo psicólogo para uma avaliação inicial no mesmo dia.

Os prestadores de atendimento primário podem buscar orientação informal em uma conversa com o psicólogo ou o assistente social. Sem mais demora, eles verificam que muitas vezes não há necessidade de uma consulta ao Serviço de Saúde Mental, pois o problema pode ser solucionado pela atenção primária. Às vezes, eles constatam que a situação é mais urgente do que imaginaram e o atendimento de saúde mental é imediatamente necessário.

BENEFÍCIOS DE EQUIPES

Por que equipes são utilizadas para prestar atendimento de saúde? Conforme já foi mencionado anteriormente, os profissionais estão ficando cada vez mais especializados, sendo necessário formar equipes que atendam às necessidades dos pacientes; afinal, nenhum dos profissionais envolvidos é detentor de todo o conhecimento e experiência necessários.

Para ir além desta consideração, que valor as equipes trazem, de modo geral e para atendimento à saúde em particular? Quais são as justificativas para empregar equipes em situações em que o trabalho poderia ser feito por indivíduos isoladamente? Existem, na verdade, muitas razões para a utilização de equipes.

Consideremos quatro bem importantes. As equipes são mais ágeis no desempenho de muitas tarefas. Esta vantagem está graficamente ilustrada pela organização da equipe do Bay Medical Group. Quando o atendimento era feito em série por diversos profissionais, tudo tomava mais tempo.

A interação rápida de pessoas trabalhando em uma equipe economiza tempo e dinheiro. As equipes também capacitam indivíduos e organizações. No trabalho conjunto no Bay Medical Group, os profissionais da atenção primária e os responsáveis pela saúde mental aprenderam uns com os outros a proporcionar um atendimento de saúde mental altamente qualificado.

Eles descobriram também algumas rotinas que ajudam a uniformizar o trabalho e a aumentar a eficácia.

Além disso, essas rotinas de referenciamento e de transferência de informações, entre outras, foram incorporadas pela operacionalidade da clínica. Quando ocorre rotatividade de pessoal, à medida que profissionais se afastam ou se aposentam, as lições aprendidas serão retidas pela equipe, mesmo que ela tenha se alterado.

A equipe funciona como um repositório de conhecimento útil. As equipes são também fontes de inovação. Logo que se vincularam ao Bay Medical Group, o psicólogo e o assistente social ficaram desapontados porque não eram consultados informalmente com tanta frequência.

Em reuniões com os profissionais da atenção primária, o psicólogo e o assistente social expressaram seu desapontamento. Isso levou à exploração da questão e posteriormente a uma discussão sobre as causas e soluções para um problema de oportunidade perdida.

Foi revelado que, quando iniciavam a exploração pela consulta informal, os profissionais da atenção primária ficavam frustrados porque os prestadores de atendimento de saúde mental pareciam nunca estar disponíveis. A principal solução encontrada foi adotar uma escala menos rigorosa para os prestadores de saúde mental, de modo que tivessem tempo disponível para ajudar nas consultas informais. Esta solução provavelmente não teria sido encontrada se os profissionais da atenção primária e os de saúde mental estivessem trabalhando separadamente.

A despeito destas e de outras vantagens das equipes, é importante observar que nem todas as tarefas são adequadas ao trabalho em equipe. Os exemplos de tarefas adequadas a uma única pessoa são óbvios pela natureza da atividade. Um retrato pintado por duas pessoas provavelmente sofrerá com a divisão de trabalho ao invés de ser fortalecido – a não ser que os estilos dos dois pintores sejam idênticos (no caso de um pintor treinado pelo outro, por exemplo).

Uma prótese de valva aórtica pode ser suturada no local por apenas um cirurgião. Porém, mesmo algumas tarefas comumente desempenhadas por equipes são mais bem executadas por indivíduos. Algumas vezes, relatos de força-tarefa escritos por equipes são estigmatizados como “camelos”, ou seja, como cavalos mal desenhados por um comitê.

A decisão quanto à realização ou não de uma tarefa por uma equipe é uma consideração importante no desenho de equipes clínicas. Em outras palavras, a primeira decisão a tomar ao desenhar uma equipe é se esta deve ser criada para a realização da tarefa em questão.

EVIDÊNCIA DA EFICÁCIA DE EQUIPES

Na manufatura, indústria do petróleo e gás, indústria do vestuário e em muitos outros estabelecimentos tem sido demonstrado que o trabalho em equipe é mais eficaz do que o trabalho individual. Saber se equipes são eficazes é de fato o foco de pesquisa de especialistas no campo do comportamento organizacional.

Não obstante, por 30 anos ou mais, os pesquisadores se concentraram em diferentes fatores que influenciam o grau da eficácia de uma equipe. Em serviços financeiros, tem sido constatado que a autogestão da equipe aumenta a eficácia. O feedback do desempenho está associada ao aumento da produtividade em turmas de ferrovias.

Em equipes que executam projetos de tempo limitado, como o desenvolvimento de um novo dispositivo eletrônico, a coesão do grupo melhora o desempenho. As equipes são amplamente empregadas nos setores de manufatura, pesca comercial, construção de barragens, desenvolvimento de software, indústria cinematográfica, entre muitos outros setores da economia. Sua utilidade foi demonstrada e documentada por meio de pesquisas realizadas no passado.

As equipes também não são novidade no atendimento de saúde. Porém, recentemente elas têm se tornado mais comuns, assim como tem aumentado o interesse em equipes interprofissionais. Neste sentido, constata-se que já existe ampla evidência da eficácia de equipes de atendimento de saúde. Conforme já observado, vários aspectos do atendimento mostram que não é possível a prestação de serviço por indivíduos isoladamente. Nesses casos, o atendimento é baseado em equipe por necessidade.

Porém, em muitas outras situações, o atendimento poderia ser prestado por equipes, de forma a alcançar resultados superiores. Por exemplo, vários estudos têm mostrado resultados melhores quando os farmacêuticos se unem aos médicos, médicos assistentes ou enfermeiros em uma abordagem em equipe, em vez de trabalharem em separado.

Verificou-se que, no atendimento a pessoas idosas frágeis e com depressão, equipes interprofissionais de psicogeriatria são mais eficientes do que profissionais generalistas atuando individualmente. Em comparação com o atendimento prestado por médicos individualmente, equipes de geriatras, enfermeiros, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, terapeutas físicos e nutricionistas foram capazes de reduzir a mortalidade, ao menos em curto prazo, em pacientes idosos hospitalizados (Hogen e Fox, 1990).

Em pacientes cirúrgicos, constatou–se que equipes interprofissionais de emergência médica diminuíram eventos pós-operatórios adversos e óbitos, quando introduzidas em um hospital que até então empregava apenas um sistema tradicional de resposta para parada cardíaca. Níveis mais altos de colaboração de médicos e enfermeiros, conforme relatos de enfermeiros, estavam associados a resultados melhores entre pacientes que saíram de unidades de terapia intensiva (#UTIs), tomaram conhecimento das taxas de óbitos e, em seguida, retornaram à UTI.

Em um estudo feito na Escócia, em pacientes com câncer de mama que receberam atendimento multidisciplinar, constatou-se mortalidade mais baixa do que naqueles tratados convencionalmente. Neste estudo, o atendimento multidisciplinar foi prestado por uma equipe interprofissional organizada que observou os protocolos clínicos escritos, adotou decisões coletivas sobre tratamento e auditou seus resultados; o atendimento convencional foi prestado por cirurgiões e clínicos, sem qualquer organização de equipe formal.

O atendimento paliativo tem se mostrado mais eficiente quando prestado por uma equipe multidisciplinar, em comparação à atenção primária (PCPs, do inglês primary care physicians) realizado apenas por médicos. Um estudo sobre a prescrição de antibióticos em hospital mostrou um desempenho superior de uma equipe interprofissional em comparação com o atendimento por médicos individualmente.

O tempo de permanência e o custo do tratamento foram melhorados, sem qualquer efeito adverso nos resultados do tratamento. O atendimento colaborativo de pessoas com depressão mostrou-se mais eficaz do que o convencional.

O atendimento colaborativo é prestado por uma equipe que consiste em um PCP, um gestor do caso e um especialista em saúde mental; o atendimento convencional não utiliza o gestor do caso, e o médico pode ou não encaminhar o paciente para um especialista em saúde mental.

Evidentemente, nem todas as equipes são eficazes no dia a dia do atendimento de saúde ou mesmo quando funcionam em projetos de pesquisa com fornecimento de recursos especiais. Além disso, às vezes, as equipes são utilizadas em situações que seriam mais bem atendidas por profissionais individuais.

Conforme observado anteriormente, nem todas as tarefas são adequadas a equipes. Todavia, existem sólidas evidências de que as equipes podem ser eficazes em geral e são eficazes para muitos propósitos clínicos específicos em muitos e diferentes procedimentos de saúde.

 

HashTags: #GestãodePessoas #DesenvolvimentoOrganizacional

Adm Prime

Nossa proposta é oferecer soluções em Comunicação, Planejamento Profissional e Capacitação para o alcance dos melhores resultados, através do nosso conteúdo digital e ferramentas de publicação,proporcionando aos profissionais, insights e melhores práticas para liderar a si mesmos e as suas organizações de forma eficaz e com impacto positivo.

Últimos posts por Adm Prime (exibir todos)